
Goiânia inicia construção da UPA da Região Campinas no segundo semestre de 2026
Unidade será construída no setor Cidade Jardim

Unidade será construída no setor Cidade Jardim
Goiânia vai iniciar a construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Região Campinas no início do segundo semestre deste ano. O anúncio foi feito pelo prefeito Sandro Mabel (União Brasil) na terça-feira (30).
Segundo o prefeito, a unidade será construída no setor Cidade Jardim. As obras utilizarão recursos de emenda parlamentar e contrapartida da prefeitura de Goiânia e do Ministério da Saúde. Já o edital de licitação está publicado e a fase atual é de apresentação de propostas das empresas.
A expectativa da prefeitura é que a obra dure 14 meses. Estão previstos cerca de R$ 18 milhões de investimento na construção e R$ 8,5 milhões em equipamentos. Ao todo, são R$ 8.539.000,00 de emenda destinada pelo senador Vanderlan Cardoso.
Secretário municipal de Saúde, Luiz Pellizzer, disse que a maioria das unidades de urgência e emergência em Goiânia foi construída entre 1988 e 1992. Segundo ele, elas precisam ser substituídas. Quanto à escolha do local da nova UPA, que substituirá o Cais Campinas, o titular da pasta afirmou que a SMS divide Goiânia em sete distritos. “E a região central toda, que é esse distrito Campinas-Centro, só tem duas áreas públicas que cabem uma construção de 4 mil metros quadrados, porque já é uma área conturbada, antiga, que foi onde Goiânia começou. Esta aqui foi escolhida por ter menor aglutinação de pessoas e comércio e pela acessibilidade do transporte público”.
Ampliação
Este trabalho faz parte do plano de ampliação da rede municipal de urgência e emergência, com a previsão de oito novas UPAs na capital. Com isso, a prefeitura espera ampliar em mais de 100 mil o número de atendimentos mensais de urgência e emergência na capital. Atualmente, as 12 unidades da rede municipal realizam, em média, mais de 120 mil atendimentos por mês. Outras duas obras de UPAs serão lançadas ainda nesta semana.
Conforme o município, os projetos são para UPA Porte III, com previsão de 450 atendimentos em 24h em cada uma delas, conforme o Ministério da Saúde. Estas terão oito consultórios médicos, um consultório odontológico, recepção, salas de espera, salas de classificação de risco, laboratório, farmácia, salas de coleta de material, raios X, eletrocardiograma e ultrassom, vinte leitos de observação, seis leitos na sala vermelha e sala Lilás, espaço para atendimento a mulheres vítimas de violências.
“Além de aumentar as unidades de pronto-socorro, com oito UPAs, vamos também fazer de 20 a 30 UBSs, porque a população precisa ter acesso facilitado aos atendimentos de saúde da família, que são primordiais. Essa é a saúde que nós vamos construir em Goiânia, uma saúde cada vez melhor”, disse Mabel, citando as Unidades Básicas de Saúde, que são a principal porta de entrada do SUS.
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