
Ação pede prisão de Leonardo Avalanche, vice de Marçal
Processo denuncia supostas irregularidades no uso do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) nas eleições de 2026

Processo denuncia supostas irregularidades no uso do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) nas eleições de 2026
A ação proposta por um filiado do PRTB ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pediu o afastamento e a prisão do presidente nacional do partido e vice de Pablo Marçal ao Planalto, o goiano Leonardo Alves de Araújo. O processo protocolado na segunda-feira (7) denuncia supostas irregularidades no uso do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) nas eleições de 2026.
Em nota, Leonardo Avalanche, como é conhecido, afirmou que “liberação [do fundo] foi regularmente deferida após parecer técnico favorável da própria Corte”. Além disso, declarou que o pedido foi apresentado em manifestação isolada nos autos de uma Petição Cível já concluída no TSE, relativa à liberação do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) de 2026.
O candidato também argumenta que as alegações não foram examinadas nem acolhidas pelo relator e serão integralmente respondidas nos autos, pelas vias processuais próprias. “Reafirmo minha confiança na Justiça Eleitoral e na regularidade de todos os atos da atual direção do PRTB, e não farei comentários adicionais fora dos autos enquanto o processo estiver em curso”, afirmou.
Ação
A ação terá relatoria do presidente do TSE, ministro Nunes Marques. A petição argumenta que a Polícia Federal já investiga uma suspeita de desvio de R$ 750 mil do fundo eleitoral do PRTB nas eleições municipais de 2024, mas novas irregularidades surgiram neste ano.
O denunciante cita que houve a contratação de três empresas interligadas e recém-criadas no montante de R$ 1,15 milhão (cerca de 35% do FEFC total do PRTB neste ano). Em outro ponto, afirma que foram feitos repasses a suplentes ao Senado para disfarçar o pagamento indevido de honorários a advogados da legenda que são candidatos.
Por fim, segundo a denúncia, Avalanche teria acumulado irregularmente a função de tesoureiro da legenda, o que viola o estatuto partidário e normas do TSE.
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