

A defesa de Jair Bolsonaro (PL) deve entregar, nesta segunda-feira (6), as oito armas que estavam registradas em nome do ex-presidente. Por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, o armamento ficará com a Polícia Federal (PF).
Essa foi uma das determinações do ministro quando decidiu pela manutenção da prisão domiciliar humanitária ao político. O benefício chegou a ficar ameaçado após a apreensão de uma pistola registrada no nome de Jair em 15 de junho pela Polícia Civil, durante uma blitz em Brasília (DF).
Na ocasião, a defesa alegou não haver irregularidade, uma vez que não existia determinação judicial que impedisse a posse das armas. Moraes entendeu que, de fato, não houve “falta grave”, mas determinou a entrega de todo o armamento.
Em manifestação que embasou o magistrado, a Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou que a atual condição jurídica do ex-presidente impede a manutenção do registro de armas. Com isso, houve a revogação do porte e do Certificado de Registro de CAC de Bolsonaro, além das apreensões.
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