
Haddad chama Flávio Bolsonaro de defensor dos super-ricos
"Flávio Bolsonaro espalha desinformação para beneficiar os super-ricos. Não é para ajudar os verdadeiros profissionais liberais que vivem do seu trabalho"

"Flávio Bolsonaro espalha desinformação para beneficiar os super-ricos. Não é para ajudar os verdadeiros profissionais liberais que vivem do seu trabalho"
O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, chamou o senador Flávio Bolsonaro (PL) de “Bolsonarinho” e defensor de super-ricos. A publicação no X com vídeo e legenda, na quarta-feira (22), critica uma fala atribuída ao filho de Jair Bolsonaro (PL).
“Apareceu um vídeo do Bolsonarinho, em que ele critica a reforma tributária que fizemos, misturando alho com bugalho. Ele diz que o empresário que mandar mais de R$ 50.000 da empresa para a conta pessoal vai pagar mais 10% de imposto. Mas isso não é bem assim”, afirmou Haddad na gravação.
Segundo o ex-ministro, “se o empresário tiver pago o imposto pela alíquota cheia em sua empresa, ele não paga nada a mais”. Ele também defendeu a reforma do Imposto de Renda, além de reforçar que quem vai pagar mais é quem ganha mais de R$ 1 milhão por ano.
“Flávio Bolsonaro espalha desinformação para beneficiar os super-ricos. Não é para ajudar os verdadeiros profissionais liberais que vivem do seu trabalho. Para ele, parece que é um absurdo cobrar de quem ganha muito e não paga coisa alguma. Eu penso o contrário”, declarou.
Na legenda da publicação, Haddad destacou que, “no governo Bolsonaro, quem ganhava R$ 2 mil por mês já pagava imposto de renda. Nós corrigimos isso. Com a gente, quem ganha até R$ 5 mil não paga nada. Quem vai pagar mais é quem ganha mais de R$ 1 milhão por ano e praticamente não pagava nada. Menos do que um professor ou um policial”.
No governo Bolsonaro, quem ganhava R$ 2 mil por mês já pagava imposto de renda. Nós corrigimos isso. Com a gente, quem ganha até R$ 5 mil não paga nada.
— Fernando Haddad (@Haddad_Fernando) April 22, 2026
Quem vai pagar mais é quem ganha mais de R$ 1 milhão por ano e praticamente não pagava nada. Menos do que um professor ou um… pic.twitter.com/70f6eQVCwA