Brasil, 28 de setembro de 2026
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Daniel garante continuidade do Cora como referência no tratamento do câncer infantil

“O que funciona e transforma a vida das pessoas precisa ter continuidade"

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O governador e candidato à reeleição, Daniel Vilela (MDB), se comprometeu a dar continuidade ao Complexo Oncológico de Referência do Estado de Goiás (Cora) como referência no tratamento de crianças e adolescentes com câncer. A declaração ocorreu na última sexta-feira (25), quando a unidade completou um ano de inauguração oficial.

Neste período, foram 34.783 atendimentos. A estrutura permite que pacientes goianos realizem diagnóstico, quimioterapia, cirurgias e transplantes de medula óssea no próprio Estado. “O Cora representa uma conquista que será preservada. Nosso compromisso é garantir os recursos, a estrutura e os profissionais necessários para que esse padrão de atendimento continue e avance ainda mais nos próximos anos”, disse o emedebista.

Daniel ainda destacou outros números. A unidade contabiliza 12.840 consultas multiprofissionais, 7.131 consultas médicas, 7.148 exames especializados, 3.678 sessões de quimioterapia, 2.077 cirurgias e 1.903 procedimentos cirúrgicos de menor porte. Além disso, desde março, o Cora também realiza transplantes de medula óssea e já soma nove procedimentos. O centro também é o primeiro hospital público estadual 100% SUS dedicado ao tratamento do câncer infantojuvenil.

“O que funciona e transforma a vida das pessoas precisa ter continuidade. Vamos cuidar do Cora para que continue oferecendo atendimento de excelência às nossas crianças e às suas famílias e, ao mesmo tempo, ampliar a rede de oncologia. O goiano precisa ter a segurança de que encontrará em Goiás tratamento digno, especializado e de qualidade quando mais precisar”, afirmou Daniel.

Segundo o oncologista pediátrico Renato Melaragno, determinados casos, como os de tumores cerebrais, não contavam anteriormente com uma estrutura especializada no Estado. “A gente tem hoje aqui a possibilidade dessas crianças não saírem do Estado. Por exemplo, a gente teve metade dos pacientes praticamente com tumores cerebrais. Não tinha nenhum hospital aqui em Goiás que tratasse tumor cerebral. Vai para lá, vai para cá, fica muito quebrado [o tratamento]. Isso não é bom”, explicou. Ele também ressaltou a redução do intervalo entre a suspeita da doença e o início da terapia.

“Ele faz todos os exames; tem o diagnóstico em três dias e inicia o tratamento dois dias depois. No caso de doença hematológica, a gente inicia o tratamento no mesmo dia do diagnóstico”, afirma. Para o secretário, o atendimento também precisa considerar o impacto da doença sobre quem acompanha o paciente: “Curar a criança é curar a sua família, porque uma criança doente adoece a família toda”, informou o secretário de Estado da Saúde, Rasível Santos.

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