
PM prende suspeitos de furto a joalheria em Goiânia com apoio de inteligência artificial
Ferramentas deram suporte às equipes por meio do cruzamento de informações e da análise de dados obtidos durante a investigação

Ferramentas deram suporte às equipes por meio do cruzamento de informações e da análise de dados obtidos durante a investigação
A Polícia Militar (PM) de Goiás identificou e prendeu três suspeitos do furto a uma joalheria em um shopping no setor Marista, em Goiânia. O crime aconteceu no domingo (19) e a prisão ocorreu na tarde de segunda-feira (20). Os acusados foram localizados em Santo Antônio do Descoberto, no Entorno do DF.
Segundo a corporação, foi possível chegar aos suspeitos com o apoio de ferramentas de inteligência artificial e trabalho de integração entre equipes de investigação e unidades especializadas das forças de segurança de Goiás e do Distrito Federal (DF). A atuação contou com o compartilhamento de informações e o trabalho conjunto de inteligência. Os policiais recuperaram joias, valores em dinheiro e três aparelhos celulares apreendidos, que serão analisados.
Equipes das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam) e da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) do Entorno Oeste lideraram a operação e ainda cumpriram dois mandados de prisão contra integrantes da mesma organização criminosa. Também foram mobilizadas equipes do Comando de Policiamento da Capital (CPC), do Comando de Operações de Divisas (COD), do Batalhão de Operações Especiais (Bope), das agências de inteligência da Polícia Militar, da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Goiás e da Polícia Civil do Distrito Federal.
O governo de Goiás informou que as ferramentas de inteligência artificial deram suporte às equipes por meio do cruzamento de informações e da análise de dados obtidos durante a investigação. “A tecnologia permite processar imagens, integrar bancos de dados e gerar informações que auxiliam a identificação, o monitoramento e a localização de suspeitos, além de contribuir para ampliar a capacidade de resposta das forças de segurança”, esclareceu.
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