Brasil, 17 de julho de 2026
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Motta critica novo tarifaço e fala em reciprocidade

"Não há justificativa técnica ou comercial que legitime essa agressão ao livre-comércio e à soberania brasileira"

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Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) se manifestou por meio de nota sobre o novo tarifaço de 25% anunciado pelos Estado Unidos na quinta-feira (16). O deputado criticou a medida que entra em vigor em 22 de julho.

“Medidas unilaterais e protecionistas como essas prejudicam a economia, ameaçam empregos e penalizam setores produtivos estratégicos que geram renda e desenvolvimento no país. Não há justificativa técnica ou comercial que legitime essa agressão ao livre-comércio e à soberania brasileira”, escreveu o congressista.

Motta repudiou o que entendeu como uso de barreiras comerciais como instrumento de pressão política e citou a Lei da Reciprocidade Econômica, de abril de 2025, “como instrumento legítimo de defesa dos interesses nacionais”. Ele também afirmou que “acompanhará de perto os desdobramentos” e vai atuar com firmeza na defesa dos interesses do país.

“O Brasil permanece unido na proteção de seu setor produtivo, e seus exportadores e, sobretudo, dos empregos dos brasileiros”, concluiu.

Confira na íntegra:

“O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, repudia a decisão do governo dos Estados Unidos de impor novas tarifas sobre produtos brasileiros. O Parlamento brasileiro apoia o diálogo respeitoso entre nações soberanas, mas discorda do uso de barreiras comerciais como instrumento de ingerência ou pressão política. Contamos com a Lei da Reciprocidade Econômica, aprovada pelo Congresso, como instrumento legítimo de defesa dos interesses nacionais.

Medidas unilaterais e protecionistas como essas prejudicam a economia, ameaçam empregos e penalizam setores produtivos estratégicos que geram renda e desenvolvimento no país. Não há justificativa técnica ou comercial que legitime essa agressão ao livre-comércio e à soberania brasileira.

A Câmara dos Deputados acompanhará de perto os desdobramentos e atuará com responsabilidade e firmeza na defesa dos interesses do país. O Brasil permanece unido na proteção de seu setor produtivo, de seus exportadores e, sobretudo, dos empregos dos brasileiros.”

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