Brasil, 29 de outubro de 2026
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Política

Marinho nega fraude eleitoral e diz que carta de Flávio com teor antidemocrático foi ‘erro de confecção’

"O PL não pode fazer essa afirmação (de fraude eleitoral), nem eu posso fazer essa afirmação, porque não há prova nesse sentido"

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O senador e ex-coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Rogério Marinho (PL-RN), disse, na quarta-feira (28), que não é possível falar em fraude eleitoral, como o ex-candidato ao Planalto alegou. Segundo o congressista, não existe provas nesse sentido.

Na ocasião, ele também minimizou a versão antidemocrática da carta de Flávio em que se dizia “verdadeiro presidente eleito do Brasil”. “Erro de confecção.”

“O PL não pode fazer essa afirmação (de fraude eleitoral), nem eu posso fazer essa afirmação, porque não há prova nesse sentido”, disse, em entrevista no Senado. “Acredito que deve ter havido algum problema na confecção da carta. O fato é o que está na sua manifestação oficial, ele se autodenomina como líder, o que é um fato. Ele é um líder do Brasil”, continuou.

Flávio Bolsonaro fugiu do Brasil na terça-feira. Ele pegou um voo na Argentina, parou para reabastecer no Equador e seguiu para os Estados Unidos com sua esposa e as duas filhas.

Na quarta-feira, após chegar aos Estados Unidos, publicou uma carta com teor antidemocrático, na qual dizia ser o “verdadeiro presidente eleito”. Após alguns minutos, ele recuou e trocou o trecho para “líder do Brasil”.

Ainda sobre a carta de Flávio, o senador agradeceu ao presidente da Argentina, Javier Milei, e ao presidente dos EUA, Donald Trump, pelo acolhimento. Ele também acusou o sistema eleitoral de fraude sem apresentar qualquer prova.

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