
Marinho diz que Flávio deve evitar nomes radicais no governo
Para o presidenciável, não faria sentido ter ministros mais ideológicos, com perfil mais radical, uma vez que ele se vende como mais moderado que o pai

Para o presidenciável, não faria sentido ter ministros mais ideológicos, com perfil mais radical, uma vez que ele se vende como mais moderado que o pai
Coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) e senador, Rogério Marinho (PL-RN), indicou ao Centrão e à direita que o presidenciável deve evitar nomes radicais para compor um futuro governo. Conforme apurado pelo Metrópoles, o congressista disse que o candidato ao Planalto prefere quadros técnicos e políticos.
Para Flávio, não faria sentido ter ministros mais ideológicos, com perfil mais radical, uma vez que ele se vende como mais moderado que o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A postura de Bolsonaro, em 2019, afastou o Centrão do governo. À época, ele indicou “radicais”, como Ernesto Araújo, no Itamaraty, e Abraham Weintraub, no Ministério da Educação.
Flávio já anunciou como ministro da Saúde o médico Cláudio Lottenberg. Aliados afirmam que ainda não há outras definições. Apesar disso, o ex-governador Ronaldo Caiado é cotado para possível ministro da Segurança Pública, enquanto Marcelo Kayath e Roberto Campos Neto, para a Fazenda.
Outros mencionados são Pedro Lupion (Republicanos) e Mauro Mendes (União) para Agricultura e o economista Adriano Pires, que foi colaborador da campanha, para Minas e Energia.
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