
Lyra diz que eleições não podem ser sobre impeachment de ministros
Segundo ela, são necessários julgamentos sobre escândalos e também um debate sobre a reforma do Judiciário. Contudo, ela é contra o uso eleitoral da puta

Segundo ela, são necessários julgamentos sobre escândalos e também um debate sobre a reforma do Judiciário. Contudo, ela é contra o uso eleitoral da puta
Governadora reeleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD) afirmou que as eleições não podem ser sobre qual ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) sofrerá impeachment. Na terça-feira (6), ela revelou preocupação com a possibilidade.
Segundo ela, são necessários julgamentos sobre escândalos e também um debate sobre a reforma do Judiciário. Contudo, ela é contra o uso eleitoral da puta.
“Existem previsões de impeachment e é preciso seguir o devido processo legal. Quem, eventualmente, tiver responsabilidade, deve responder como qualquer outro brasileiro. O que não podemos aceitar é que haja escândalos e não ocorra julgamento disso. Pode-se discutir reforma do Judiciário, se precisa de mandato para os ministros, se precisamos de uma idade mínima. Mas não no calor da eleição”, disse ao jornal O Globo.
A governadora também afirmou não saber se declararia apoio no segundo turno. “Recebi ligações de pessoas ligadas ao presidente, de ministros que sei que têm carinho por mim. Recebi agradecimentos pela eleição e falas de que estamos juntos, que estão prontos para nos ajudar (aqui em Pernambuco)”, declarou.
“Rui Costa, Humberto Costa e Marília Arraes me ligaram. Eles colocaram na pauta que queriam ter um momento comigo para poder conversar sobre a associação presidencial e o desejo de trabalharmos juntos, mas ainda não nos sentamos para conversar sobre isso”, acrescentou. “Agora, eu preciso continuar governando Pernambuco. Nosso Estado tem muita pressa. Vou me manter ao lado do povo pernambucano. Isso é dizer que os interesses do meu povo estão acima dessa discussão que está acontecendo agora no Brasil.”
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