Brasil, 16 de setembro de 2026
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Política

Reforma Tributária: Daniel promete defender setor produtivo dos impactos

"Sendo reeleito, vou trabalhar com todas as forças para que a gente possa corrigir distorções que foram colocadas nessa Reforma Tributária e que vão impactar de forma muito significativa o setor produtivo do nosso país e, naturalmente, o nosso estado"

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Candidato à reeleição, o governador Daniel Vilela (MDB) prometeu defender o setor produtivo dos impactos da Reforma Tributária. A declaração aconteceu durante encontro com empresários na Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de Goiás (Acieg), na terça.

O emedebista disse que pretende buscar apoio no Congresso para corrigir pontos que, segundo ele, podem prejudicar estados produtores, como Goiás. “Sendo reeleito, vou trabalhar com todas as forças para que a gente possa corrigir distorções que foram colocadas nessa Reforma Tributária e que vão impactar de forma muito significativa o setor produtivo do nosso país e, naturalmente, o nosso estado”, ressaltou.

Daniel citou como ponto de atenção a regra que, em seu entendimento, favorece os estados consumidores em detrimento dos produtores. “É um princípio equivocado que leva essa Reforma Tributária a prestigiar os estados consumidores em detrimento dos estados produtores. Essa será uma discussão que vamos travar e vamos buscar nossos parceiros políticos em nível nacional para conseguir fazer essas alterações.”

No encontro, o Fórum das Entidades Empresariais entregou um documento ao governador com reivindicações. Ele se comprometeu: “Não tenham dúvida de que, sendo reeleito governador, farei da Acieg um espaço adequado para que possamos construir grandes soluções, ideias e projetos para o Estado de Goiás.” Para ele, é preciso simplificar os processos e garantir uma relação de maior confiança entre Estado e setor produtivo.

“O governo precisa acreditar na boa-fé do empreendedor e do cidadão. A partir daí, temos que ser proativos, com um governo que aceita a autodeclaração do empreendedor e do cidadão”, argumentou. Presidente da Acieg, Rubens Fileti enfatizou o pedido de revisão da tabela do Simples Nacional entre as demandas, principalmente para o segmento varejista. “É uma demanda muito forte do varejo, que reúne mais de 50 mil empresas dentro do Estado de Goiás.”

Para ele, a defasagem nas faixas de transição faz com que empresários pulverizem operações em diferentes CNPJs. “Não é um item que vai onerar ou desonerar o caixa do governo, mas pode incrementar a arrecadação e regularizar uma situação.”

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