
Cury defende primeiro-ministro como gestor no Brasil, fim da escala 6×1 e impeachment de Moraes
Candidato afirma que, com a escala 5x2, o trabalhador descansa mais, fica feliz e "produz muito mais"

Candidato afirma que, com a escala 5x2, o trabalhador descansa mais, fica feliz e "produz muito mais"
Candidato ao Planalto, Augusto Cury defendeu a escala 5×2 e o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, caso fique provado que ele “cometeu erros”, durante sabatina na CNN Brasil, na segunda-feira (7). Na ocasião, ele também afirmou que um primeiro-ministro deveria ser o gestor do Brasil.
Quanto à escala 5×2, o escritor afirmou que “o trabalhador descansa mais, tem mais qualidade de vida, fica mais com a família… Ele vai ser um trabalhador feliz, que produz muito mais”. Apesar disso, ele entendeu que a 6×2 ainda será necessária em alguns setores; por isso, alguns ajustes serão precisos.
Ele também comentou sobre o Bolsa Família e negou que acabaria com o benefício em caso de MEI ou carteira assinada. “Bolsa Família é importante; quem assinar a carteira não vai perder o benefício. Vamos premiar essas pessoas, quem tiver MEI também, porque elas têm direito de ter sua casa, seu carro, qualidade de vida. Mas como vão ter, se ganham 600 reais por filho? Isso é absurdo; criamos uma cultura de pessoas dependentes do governo, não de seus sonhos.”
Sobre Moraes, ele disse que defende o impeachment em caso de comprovação de práticas ilegais. “Eu sou a favor do impeachment, sim, se cometeu erro. Ninguém deve ser isento de culpa, protegido; é tudo colaborador público, é funcionário do pagador de impostos, então se Moraes cometeu erros, deve ser ‘impeachmado’, ou deveria ter a elegância e ele mesmo sair”, disse. “Mas ele tem todo o direito de defesa. Ser pacífico não é ser passivo de forma alguma.”
Em 1º de setembro, o ministro André Mendonça divulgou um relatório da Polícia Federal (PF) com trocas de conversas entre Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Emendas e primeiro-ministro
Em outro momento, Cury diz que irá analisar a possibilidade de cortar as emendas parlamentares ou “pelo menos torná-las eficientes com indicadores adequados”. Além disso, ele também disse que o Brasil deveria ter um primeiro-ministro.
“Tenho defendido que esse regime do presidencialismo flerta com o populismo. Tínhamos que ter um presidente no estratégico e um primeiro-ministro como gestor, com mente capitalista e coração social para cuidar da dor das pessoas”, declarou.
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