

A um dia da abertura da Copa do Mundo, manifestantes tentaram chegar até o Estádio Azteca, na Cidade do México, mas foram por centenas de agentes da Secretaria de Segurança Cidadã com caminhões e estruturas de cimento na Calzada de Tlalpan. O secretário de Governo da cidade, César Cravioto, informou pessoalmente aos presentes que não poderiam avançar em direção ao estádio. Apesar de diálogos com ministros do governo, os manifestantes exigem audiência com a presidente Claudia Sheinbaum, que descartou recebê-los. Outros grupos também protestaram na cidade, incluindo familiares dos 43 estudantes desaparecidos de Ayotzinapa.
Os bloqueios e a concentração de manifestantes no entorno do estádio causaram forte impacto na mobilidade da região. A Secretaria de Segurança Cidadã recomendou rotas alternativas para desviar do congestionamento. O acúmulo de agentes, estruturas de bloqueio e grupos de protesto transformou a Calzada de Tlalpan e a Avenida División del Norte em pontos críticos de trânsito, afetando moradores e turistas que já começam a chegar à capital mexicana para a abertura do Mundial.
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