
PT vê Goiás, Minas Gerais e Maranhão como “estados-problema” na eleição deste ano
Em Goiás, a deputada federal Adriana Accorsi resiste em disputar o governo

Em Goiás, a deputada federal Adriana Accorsi resiste em disputar o governo
O PT vê Goiás, Minas Gerais e Maranhão como “estados-problema” na eleição deste ano. Isso, porque o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria dificuldades na formação de palanques nestas unidades federativas.
Em Goiás, a deputada federal Adriana Accorsi (PT) resiste em disputar o governo. Ela é quem melhor pontua em levantamentos de intenção de voto. O partido tem como pré-candidatos o jornalista Cláudio Curado, o advogado Valério Luiz Filho e o ex-deputado Luis Cesar Bueno.
Atrasado nas definições, o partido aparece muito atrás dos líderes nas pesquisas, Daniel Vilela (MDB) – à frente com folga, conforme levantamentos recentes – e o ex-governador Marconi Perillo (PSDB).
Em Minas Gerais, recentemente, o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) recusou disputar o governo, o que motivou o partido a buscar um plano B. Como a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), está bem nas pesquisas ao Senado, ela não é uma opção.
As possibilidades seriam o empresário Josué Alencar (PSB), o ex-procurador Jarba Soares, que é próximo de Pacheco, e o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT).
Já no Maranhão, o ex-prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), tem adotado um discurso de independência. O atual governador, Carlos Brandão, permaneceu no cargo para tentar emplacar o nome do sobrinho Orleans Brandão (MDB). O grupo rachou com o PSB de Flávio Dino. Por enquanto, o PT tem o vice-governador Felipe Camarão, que não aparece bem nas pesquisas.
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