Brasil, 17 de abril de 2026
Siga Nossas Redes
Esporte

Oscar Schmidt, lenda no basquete, morre ao 68 anos

Oscar liderou A Seleção Brasileira de Basquete na histórica vitória sobre os Estados Unidos no Pan-America de 1987, marcando 46 pontos e protagonizando um dos capítulos mais marcantes do esporte nacional

Publicado em

O basquete brasileiro perdeu o seu maior nome nesta sexta-feira (17) . Oscar Schmidt, de 68 anos, morreu vítima de um câncer no cérebro. anos. O jogador, conhecido como “Mão Santa”, foi um símbolo de dedicação ao esporte e de compromisso com a Seleção Brasileira, tornando-se referência no basquete mundial mesmo sem ter atuado na NBA.

Oscar acumulou 49.737 pontos ao longo da carreira, número que o coloca entre os maiores pontuadores da história do basquete. Em Jogos Olímpicos, participou de cinco edições e soma o recorde de maior pontuador da história, com 1.093 pontos.

O momento mais emblemático com a camisa do Brasil aconteceu no Pan-Americano de 1987, em Indianápolis. Na ocasião, liderou a equipe na histórica vitória sobre os Estados Unidos, marcando 46 pontos e protagonizando um dos capítulos mais marcantes do esporte nacional.

A decisão de não atuar na NBA, mesmo após ser draftado, marcou sua carreira. À época, a liga não permitia que seus jogadores disputassem competições internacionais por suas seleções, e Oscar optou por defender o Brasil. A escolha consolidou sua imagem como um atleta profundamente ligado à camisa nacional.

Além das quadras, Oscar também se destacou pela forma como enfrentou a doença. Desde o diagnóstico, tornou-se uma figura inspiradora, compartilhando sua experiência em palestras e reforçando mensagens de superação e resiliência.

A morte de Oscar Schmidt representa uma perda significativa para o esporte brasileiro. Mais do que números e recordes, ele deixa como legado a dedicação extrema ao basquete e um exemplo duradouro de compromisso com o país.