
Toffoli alega suspeição na análise da prisão de Vorcaro e na validação da CPI do Master
Ministro do STF levantou suspeição e saiu do Caso Master

Ministro do STF levantou suspeição e saiu do Caso Master
O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), se declarou impedido para relatar o pedido de instalação imediata da CPI do Banco Master na Câmara dos Deputados. O magistrado alegou “motivo de foro íntimo” para se afastar da função. A mesma alegação foi apresentada na anáilse da prisão do banqueiro Daniel Vorcaro.
Em fevereiro, Toffoli foi substituído por André Mendonça na relatoria do inquérito do Master após admitir ter feito parte do quadro de sócios da Maridt, que vendeu sua participação no resort de luxo Tayayá a um fundo ligado a Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, proprietário do banco e preso pela Polícia Federal.
Na terça-feira, 10, o ministro foi sorteado para relatar o pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o caso na Câmara.
O requerimento foi apresentado pelo deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-SP), que acionou o Judiciário com base no argumento de que a CPI reuniu as assinaturas necessárias de parlamentares, mas não foi instalada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).