
‘Todos perdem’, diz Gracinha Caiado sobre candidaturas avulsas ao Senado pela base
"Isso já foi provado que não deu certo. Você divide a sua base e todo mundo perde. Eu acho que ninguém vai querer isso"

"Isso já foi provado que não deu certo. Você divide a sua base e todo mundo perde. Eu acho que ninguém vai querer isso"
Pré-candidata ao Senado, a primeira-dama Gracinha Caiado se manifestou sobre as candidaturas avulsas à Casa Alta do Congresso. À coluna Giro, ela afirmou que todos perdem com a divisão da base, como ocorreu em 2022.
“Isso já foi provado que não deu certo. Você divide a sua base e todo mundo perde. Eu acho que ninguém vai querer isso. Em 2022, você teve Vilmar Rocha (PSD), Delegado Waldir (União Brasil) e Alexandre Baldy (PP) como candidatos e os três perderam as eleições. Se fosse um só candidato, isso não teria existido. Não acredito que a gente vá cometer esse erro novamente”, disse.
Vale lembrar que naquele ano havia apenas uma vaga ao Senado e o eleito foi o senador Wilder Morais (PL). Em 2026, são duas cadeiras disponíveis. Gracinha aproveitou o espaço para defender o deputado federal Gustavo Gayer (PL) como colega na chapa do vice-governador Daniel Vilela (MDB). Para isso, contudo, é preciso que a base consiga fechar aliança com o PL.
“[Gayer] É um homem que tem força, tem voto, tem poder de decisão. Vou me sentir muito honrada em ter ele como parceiro na minha chapa, como senadora”, afirma. Destaca-se que o senador Vanderlan Cardoso (PSD) tenta viabilizar seu projeto de reeleição pela base. Diante desse cenário, o congressista pode optar por migrar para outra sigla.
LEIA TAMBÉM: