Os advogados de Jair Bolsonaro (PL) pediram que o Supremo Tribunal Federal (STF) autorize um aparelho de televisão do tipo Smart TV e assistência religiosa de um bispo e um pastor na cela da Superintendência da Polícia Federal (PF), onde o ex-presidente cumpre pena. A demanda foi enviada na quinta-feira (8).
Para a defesa, “acesso a meios de comunicação, em especial à programação jornalística e informativa, representa instrumento legítimo de preservação do vínculo do custodiado com a realidade social, política e institucional do país”. Ainda segundo eles, os familiares do ex-presidente providenciaram a TV, que “não tem por finalidade o acesso a redes sociais”, mas canais de notícia e plataformas de streaming.
Já o acompanhamento espiritual solicitado inclui o bispo Robson Lemos Rodovalho e o pastor Thiago de Araújo Macieira Manzoni. Eles lembram que Bolsonaro recebia assistência religiosa semanal na prisão domiciliar, mas que se tornou “inviável a continuidade desse acompanhamento religioso, em razão das restrições próprias ao regime de custódia, o que motiva o presente pedido”.
No mesmo dia, houve pedido para Bolsonaro participar do programa de remição de pena pela leitura. São quatro dias a menos de pena para cada obra lida.