Brasil, 08 de janeiro de 2026
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Política

Wilder coleta assinaturas por prisão domiciliar de Bolsonaro

25 senadores já assinaram

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O senador Wilder Morais (PL) começou, na segunda-feira (6), a coletar assinaturas no Senado para pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) a concessão de prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). 25 congressistas já assinaram.

O documento será enviado ao ministro do STF Alexandre de Moraes. Além do goiano, são signatários: Eduardo Girão (NOVO-CE); Rogério Marinho (PL-RN); Bruno Bonetti (PL-RJ); Jaime Bagattoli (PL-RO); Eduardo Gomes (PL-TO); Izalci Lucas (PL-DF); Plínio Valério (PSDB-AM); Tereza Cristina (PP-MS); Magno Malta (PL-ES); Astronauta Marcos Pontes (PL-SP); Carlos Portinho (PL-RJ); Cleitinho (Republicanos-MG); Esperidião Amin (PP-SC); Marcos do Val (Podemos-ES); Jorge Seif (PL-SC); Marcio Bittar (PL-AC); Wellington Fagundes (PL-MT); Dra. Eudócia (PL-AL); Mecias de Jesus (Republicanos-RR); Hamilton Mourão (Republicanos-RS); Ciro Nogueira (PP-PI); Marcos Rogério (PL-RO); Flávio Bolsonaro (PL-RJ); Zequinha Marinho (Podemos-PA).

Para justificar a medida, o senador cita problemas de saúde considerados graves e progressivos, envolvendo sistemas cardiovascular, digestivo, renal, respiratório e metabólico. Além disso, o texto afirma que a manutenção de Bolsonaro na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, não garante a ele o acompanhamento médico contínuo.

Também foi incluída a queda de Bolsonaro enquanto dormia, ocasião em que bateu a cabeça. Para Wilder, os fatos que se acumulam desde o começo da prisão apresentam um risco à saúde de Bolsonaro. “A sucessão de eventos demonstra que a manutenção do regime atual passou a representar ameaça real à vida de Bolsonaro. A prisão domiciliar é necessária para garantir tratamento adequado e preservar sua integridade.”