Brasil, 08 de janeiro de 2026
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‘De olho no lance’, publica goleiro Bruno após localização do passaporte de Eliza Samudio

Ele foi condenado pela morte da modelo e atriz paranaense, que desapareceu em 2010

Publicado em atualizado às 20:40

O ex-goleiro Bruno publicou, na terça-feira (6), uma frase curta nas redes sociais após a localização do passaporte de Eliza Samudio, em Portugal. “De olho no lance”, escreveu o condenado como o autor da morte da modelo e atriz paranaense, que desapareceu em 2010.

O Consulado-Geral do Brasil em Lisboa confirmou o recebimento de um passaporte atribuído a Eliza Samudio na terça-feira (6). O documento teria sido entregue ao órgão na sexta-feira (2).

Anteriormente, o Portal Leo Dias divulgou que o passaporte teria sido encontrado em um imóvel em Portugal no final de 2025. Ele estava em um apartamento de aluguel. Um homem, que não teve a identidade divulgada, o encontrou entre livros em uma estante, conforme o veículo.

Segundo fontes do Itamaraty, o documento foi extraviado quando Eliza morava naquele país e ela conseguiu sair de lá, mesmo sem o passaporte, em 2 de novembro de 2007, por meio de uma Autorização de Retorno ao Brasil (ARB). A ARB é emitida por consulados brasileiros no exterior.

Desaparecimento

Sobre Eliza, ela desapareceu em 4 de junho de 2010. Na ocasião, ela disse que faria uma viagem, mas não foi mais vista. A modelo teve um relacionamento extraconjugal com o goleiro Bruno entre o final de 2008 e 2009 e engravidou.

O atleta, que era noivo, estava no Flamengo e vivia o auge da carreira, quando ela tornou a gestação e a paternidade públicas. O atleta não quis assumir a paternidade e a criança, Bruninho, nasceu em fevereiro de 2010.

Meses depois, ela desapareceu. Relatos indicavam o sítio de Bruno, em Minas Gerais, como paradeiro dela. No local, as autoridades encontraram peças de roupas e fraldas. Já o filho foi localizado na periferia de Belo Horizonte.

Entre as versões de alguns condenados, Eliza teria sido estrangulada e, após morta, esquartejada. Os restos dela nunca foram encontrados. Nenhuma versão, contudo, foi comprovada. Bruno, apontado como planejador do crime, foi condenado a 20 anos de prisão pelo crime, mas nunca confessou.

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