
Alego abre licitação para 30 edições de seu projeto itinerante e deve gastar R$ 2,9 milhões
Na última semana, já havia sido divulgada a informação de que a Assembleia vai gastar R$ 473,3 mil em condecorações

Na última semana, já havia sido divulgada a informação de que a Assembleia vai gastar R$ 473,3 mil em condecorações
A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) abriu licitação e deve gastar R$ 2,9 milhões para locação de equipamentos para até 30 edições do seu projeto itinerante. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (5) pela coluna Giro, de O Popular.
Na última semana, já havia sido divulgada a informação de que a Alego vai gastar R$ 473,3 mil em condecorações. Conforme levantamento, serão 820 medalhas do Mérito Legislativo Pedro Ludovico Teixeira e outras 820 para comendas Iris Rezende Machado. A Casa também vai adquirir 82 unidades de cada uma das honrarias Pastor Albino Gonçalves Boaventura, Bispo Abigail Carlos de Almeida e Apóstolo Sinomar Fernandes da Silveira.
Antes, na reta final de votações de projetos de 2025, a Assembleia aprovou mudanças na própria estrutura de pessoal e criação de benefícios que tiveram impacto de R$ 12,27 milhões em dezembro e elevarão os gastos da Casa em pelo menos R$ 5,8 milhões no ano eleitoral de 2026. A informação foi publicada no Popular, em matéria assinada por Fabiana Pulcineli.
Entre os benefícios aprovados, um deles chamou atenção: a autorização para a compra de roupa com recursos da verba indenizatória dos gabinetes dos deputados estaduais. Na prática, isso quer dizer que um parlamentar poderá comprar terno e gravata numa determinada loja e, posteriormente, pedir ressarcimento do valor pago aos cofres do Legislativo.
O absurdo é inédito entre as Assembleias do país e configura mais um capítulo escandaloso na gestão do presidente da Alego, deputado Bruno Peixoto (União Brasil).